Super Bock Super Rock
Written on 7/20/2009 by João Oliveira
Fim de semana em Lisboa com a minha mais-que-tudo, e mais um monte de aventuras para recordar :)
A primeira coisa a fazer ao chegar tem de ser procurar pelo Starbucks. Visto que o da Baixa-Chiado ainda só está anunciado, toca a apanhar um taxi até Belém com direito a tudo o que vem incluído nessa viagem, desde a condução a esticar aquelas segundas velocidades até cortar (repetidamente) e o direito a ouvir a história de vida do condutor, desde as férias aos netos às doenças, etc. Giro.
Starbucks Coffee. A minha loja preferida no mundo inteiro, e eu até nem bebo cafés. Cappuccinos divinais mesmo em tardes de calor intenso, cookies deliciosos, bolos excelentes e uma variedade incrível de frappuccinos e outros sumos de fruta gelados. Adoro aquele sítio, em Barcelona Londres Lisboa ou provavelmente em qualquer outro lado do mundo.
Provar os Pastéis de Belém na loja com o mesmo nome, onde se encontram antigos colegas da preparatória, e passear à beira Tejo pelo Padrão dos Descobrimentos até à Torre de Belém. Depois jantar no Pão Pão Queijo Queijo (muito bom!) e seguir para o Restelo.
Super Bock Super Rock. Chegamos quando estava a acabar Manu Diao - o que foi pena porque gostei imenso do pouco que ouvi - e aproveitamos para passear um pouco pelo recinto enquanto começava Duffy e se começava a formar o ambiente para a grande actuação. A autora de "Mercy" e "Warrick Avenue" foi uma desilusão, tom monocórdico e actuação encurtada de hora e meia para 60 minutos porque o único álbum no reportório dela não dava para mais. Eram boas notícias, porque o main event começava mais cedo.
The Killers. Grande grande concerto, à altura do que esperava de uma banda que finalmente tive a oportunidade de ver ao vivo. Começar com "Human" foi como começar com "Vertigo" no concerto dos U2 em 2004, perfeito! Alinhamento bem pensado, a não desprezar os álbuns mais amados da banda (Hot Fuss e Sam's Town) sem deixar de dar ênfase ao Day&Age. A "All these things that i've done" antes do encore foi um dos pontos altos, visto que é uma das minhas preferidas. E pelo que o Brandon Flowers deixou transparecer, a banda também gostou da experiência e prometeu voltar em breve, o que é digno de ficar por apontar no calendário.
Pós-concerto. A pior parte da noite, porque 30 mil pessoas a sair de um estádio numa cidade que pelos vistos não tem recursos para transportar a malta de lá para fora foi um pesadelo. Ainda encontrei a Isah, vi se o Miguel me podia desenrascar, mas nada.. tivemos que esperar imenso tempo para que um dos autocarros se lembrasse de parar lá e levar-nos para Santos.
Noite. A compensação, porque chegar ao pé do Ivo e ele receber-me com litro e meio de Caipiblack é basicamente a melhor maneira de esquecer as chatices. Depois, taxi para as Docas e ir atacar seriamente os Malibus-ananás e Safari-colas e Cuba-Libres na Docks :) Perfeito, e só igualado pelo Exmo Taxista do tipo condutor-assassino e conhecedor do mundo travesti e suburbano da noite lisboeta que nos levou a casa. Não me recordo de tudo mas fomos os 3 a chorar a rir até Anjos, para ir finalmente dar por terminada a noite.
Domingo. Acordar a horas decentes (13, 14) e ir passear mais um bocado. Almoçar, ir à Praça da Alegria, tomar uma bebida com o Fernando Pessoa n'A Brasileira, e vir apanhar o Alfa para Aveiro. E pronto, ainda assim consegui resumir bem estes dois dias.
E fiquei a saber à pouco que afinal consigo ir ver James Morrison este ano :D Não vai ser no Rock One em Portimão, mas no Festival dos Oceanos em Belém, já dia 1. Vou conseguir ver Klepth, Rita Redshoes e James Morrison à borla num sitio que deve ser dos poucos que realmente não desgosto em Lisboa. E vou com a Thalie. E vou rever a Vânia. E o Ivo deve lá estar para a desgraça de novo. Can't wait!! :D
